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A Raisin in the Sun


Há alguns anos, pelo menos uma vez ao mês vou ao teatro com minha sogra. Já assistimos as peças clássicas do August Wilson e até o musical Drácula (que não foi lá essas coisas). Ontem vimos "A Raisin in the Sun" da Lorraine Hansberry, uma obra clássica que explora os sonhos, medos, angústias e a segregação racial em Chicago nos anos 50. A autora tinha apenas 27 anos quando escreveu a peça e foi a primeira mulher afro-americana a ser produzida na Broadway. "A Raisin in the Sun" foi sucesso de crítica e público e angariou vários prêmios num período que o teatro americano viu a estréia de "Much Ado About Nothing," "The Sound of Music" e "Heartbreak House."


A peça retrata a vida dos Youngers, uma família negra que vive na pobreza mas que vê a possibilidade de mudar de vida quando o patriarca morre e deixa um seguro de vida. Cada membro da família tem uma idéia sobre o que fazer com o dinheiro, mas a matriarca fica dividida entre os sonhos de cada um. Por fim ela decide comprar uma casa num bairro branco, mas o sonho da casa própria é ameaçado pela intolerância dos vizinhos que não querem moradores negros.

Estudei história afro-americana na universidade e gosto de aprender sobre as diferentes conquistas dos negros ao longo dos anos. Ainda existe racismo e desigualdade, mas analisar o passado duro trás esperanças sobre um futuro mais justo.

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